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Política

Insatisfeito com governo Bolsonaro, Ciro cobra ações claras de combate à violência

Por: Roberto - 09/02/2019

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O senador Ciro Nogueira (PP) deu a entender que não está muito satisfeito com as ações do governo Jair Bolsonaro (PSL) nestes primeiros 40 dias. Em entrevista à TV Cidade Verde ele lamentou o fato de que até agora nenhuma ação efetiva de combate à violência tenha sido anunciada.

Ciro lembra que desde o início da campanha Bolsonaro manifestou sua preocupação com a violência do país. "Eu tenho certeza da boa intenção e da vontade de acertar do presidente, mas não estou vendo ainda ações específicas de combate à violência ostensiva", comenta.

Ressalta ainda que até agora não viu o governo injetar recursos para contratação de pessoal, melhoria salarial dos servidores, aquisição de equipamentos ou mesmo a construção de presídios.

Em aspectos gerais, comentou que o governo Bolsonaro assumiu sem estar exatamente "preparado para unir o país" e diz que o presidente teve de escolher alguns ministros mesmo sem que fossem alguém de sua confiança. 

    Divulgação/Presidência da República

Relação Ciro x Bolsonaro A relação entre o senador Ciro Nogueira e o hoje presidente da República é tensa desde que Bolsonaro fazia parte do PP. Então pré-candidato, Jair chegou a pedir ao senador que o permitisse ser candidato à presidência pelo partido, o que não ocorreu.

Bolsonaro saiu do PP magoado, segundo alguns, até mesmo chateado com a postura do senador. Na campanha, no embate entre PT e PSL, Ciro liberou os filiados do partido que preside nacionalmente para apoiarem quem bem entendessem. No Piauí, o senador fez campanha primeiro para Lula, e quando Fernando Haddad assumiu a campanha, teimou em não assumir uma postura definitiva, apesar do apoio a Wellington Dias (PT).

Já presidente, Bolsonaro teria pedido que Ciro não participasse de uma reunião com a bancada do PP. E no mais recente embate político, o piauiense preferiu apoiar o nome de Renan Calheiros ao de Davi Alcolumbre - candidato do Planalto - à presidência do Senado, que acabou vencendo a disputa.

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