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Comitê recomenda ao governador e Dr. Pessoa a limitar circulação de pessoas por 14 dias

Por: Roberto - 22/02/2021

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Com leitos de UTIs chegando ao esgotamento, os integrantes do COE (Comitê de Operações Emergenciais) de Teresina e do estado recomendaram ao prefeito Dr. Pessoa (MDB) e o governador Wellington Dias (PT) que adotem medidas urgentes para conter a circulação de pessoas em Teresina e regiões do estado. A proposta é tentar frear a transmissão da Covid-19 e reduzir as internações que chegam ao limite. Uma das medidas apontadas é uma espécie de “toque de recolher”, como ocorre em outros estados, para evitar um colapso no sistema de saúde. 

Com ocupação de leitos de UTIs acima de 90%, os integrantes do COE avaliaram a situação da pandemia como “crítica” e fizerem uma série de recomendações a Prefeitura de Teresina e ao governo do estado. Cerca de 27 itens foram analisados.

Hoje pela manhã, o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Gilberto Albuquerque, vai se reunir novamente com Dr. Pessoa para definir itens do decreto municipal que deverá ser anunciado ainda hoje. Dr. Pessoa, às 11h30, vai se reunir com Wellington Dias no escritório do governador para anunciar as medidas em parceria com o governo do estado.

O médico Walfrido Salmito, que participou da reunião do COE, destacou a necessidade de ampliação de leitos de UTIs e adoção de medidas restritivas mais duras.

“É preciso reduzir o número de infectados para baixar o nível de internações. Tem que ser uma medida aliada a outra, aumentar o número de leitos e adotar medidas mais restritivas. Sabemos que é desagradável, mas a situação é crítica, é um remédio amargo, mas necessário neste momento”, disse o médico.

Uma das propostas recomendada pelo COE é limitar a circulação de pessoas por um período de 14 dias para reduzir as internações.

“Pedimos a população que contribua. Não aglomere, pois a rede hospitalar está caminhando para o colapso”, disse Walfrido Salmito.

Gilberto Albuquerque afirmou que a prefeitura estuda adotar medidas restritivas diferenciada por regiões. Ele alerta que os leitos estão lotados e não há possibilidade de ampliar devido a dificuldade de medicamentos e equipamentos. 

 

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