Por: Roberto - 18/01/2022
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O governo do Piauí deve lançar nos próximos dias um aplicativo para celular que tem como objetivo principal mapear terreiros em todo o estado e, a partir daí, implementar políticas públicas de segurança. No Piauí, de 2009 agora, 13 pessoas ligadas como ligações de Matriz Afro no Piauí foram mortas. No período, cerca de 70 crimes como vandalismo, depredação e agressão contra terreiros e praticantes foram notificados.
“Será lançado, nos próximos dias, pelo governo, um aplicativo que visa mapear os terreiros. A partir desse mapeamento, teremos condições de implementação como políticas públicas de atenção, como é o caso de ações de segurança pública”, disse o secretário de Segurança do Estado, Coronel Rubens Pereira.
Segundo ele, há a necessidade de um plano de ação de segurança pública para combater a intolerância religiosa.
“Comunicação e investigação em casos de intolerância religiosa e outros crimes que exigem cuidados específicos. Isso, é, envolve desde o atendimento claro do BO, treinamento de funcionários, acompanhamento dos casos”, declarados.
O pai Rondinele, nacional da Articulação Nacional de Povos de Matriz Afro e Aíndia, disse que o coordenadormer vai ajudar no conhecimento do perfil das comunidades.
"Hoje a gente foi a gente para nós o mapeamento vai a instrumento de colocar para a sociedade e para nós o poder público, o perfil destas comunidades. em dados", afirmou.
Outra cobrança feita na reunião foi em relação aos inquéritos que investigam os mais variados tipos de crimes.
"O momento de hoje foi no sentido de sensibilizar sobre os inquéritos também. De 2009 para cá foram mais de 20 assassinatos. Hoje foi apresentado que muitos inquéritos já foram finalizados, mas há muitos em aberto ainda", declarou.
Além do secretário do pai Rondinele participou da reunião e do delegado Pinheiro, Luccy Keiko, o corregedor da Polícia Civil, Jett; o delegado João Marcelo, do Núcleo de Estatísticas; mãe Eufrazina de Iansã (Renafro); a superintendente de Direitos Humanos do Sasc, Janaína Mapurunga; gerente de Promoção da Igualdade Racial da Sasc, Assunção Aguiar; além de Núbia Lopes da superintendência de relação social da Segov e Valciãn Calixto, da Umbanda USB.
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