Por: Roberto - 19/01/2022
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O endividamento das famílias deve sugar 1/4 do dinheiro que será injetado na economia pelo Auxílio Brasil, novo programa social do governo Jair Bolsonaro, substituto do Bolsa Família.
Nas contas da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), as 17,5 milhões de famílias que recebem o estipêndio devem receber R$ 84 bilhões até o fim do ano. A maior parte do dinheiro será gastar com o consumo.
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Eis como projeção de como será a divisão:
R$ 59,16 bilhões (70,4%) – serão revertidos em consumo imediato, sendo que: R$ 28,04 bilhões vão para gastos no varejo; R$ 31,12 bilhões irão para o setor de serviços. R$ 21,62 bilhões (25,7%) – serão destinados ao pagamento de dívidas R$ 3,21 bilhões (3,8%) – irão para a poupança.
Os números mostram que apenas uma parcela pequena da população que receberá o dinheiro terá condições de poupar os recursos. Como boa parte será utilizada para o pagamento de dívidas, o programa terá um efeito baixo na economia, apesar de necessário para ajudar a conter a fome e a pobreza.
msn