Por: - 15/05/2012
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“A União nunca nos deu uma obra estruturante. Precisamos de recursos para plantar, construir adutoras e distribuir a água”, defendeu.
Liziê Coelho lamentou que além de não ter alimento e até mesmo água para beber, as famílias do semiárido piauiense estão sendo obrigadas a vender, por um preço bem abaixo do mercado, os animais que criavam, como galinhas, porcos, bodes, ovelhas, cavalos e bois.
“Ou o produtor vende ou vê sua criação morrer. Há muitos criadores da região norte que estão indo até lá para comprar animais a baixo custo. Já solicitei que seja criado um Balcão da Conab em Paulistana para ficar mais perto dos agricultores”, citou.
Fonte: Paulo Pincel/Piauí Hoje