Por: Roberto - 18/07/2025
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A operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (18/07), que impôs medidas restritivas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com aliados e familiares, teve repercussão discreta entre os parlamentares piauienses na Câmara Federal.
Pelo Progressistas, o deputado Júlio Arcoverde classificou a decisão do Supremo Tribunal Federal como uma medida de perseguição política. “Estão impedindo Bolsonaro até de falar com os próprios filhos. Colocaram tornozeleira, impuseram silêncio e monitoramento. Isso não é justiça. É perseguição. No Brasil, primeiro se pune, depois (quem sabe) se julga. Hoje é com Bolsonaro. Amanhã, com quem?”, escreveu o parlamentar nas redes sociais.
Já o deputado Merlong Solano (PT) adotou tom oposto. Em publicação, defendeu as medidas impostas pela Justiça e disse que Bolsonaro acreditava estar acima da lei. “Bolsonaro agora está de tornozeleira eletrônica, não poderá usar redes sociais e precisa ficar longe de toda e qualquer embaixada estrangeira. Ele achava que poderia obstruir a Justiça e ainda assim ficar impune. Não! O cerco vai se fechando. Que venha a prisão e ele responda por todos os crimes que cometeu contra o Brasil e os brasileiros!”, afirmou.
Os demais oito parlamentares da bancada piauiense ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a operação.
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