Por: Roberto - 04/03/2026
160
O Ministério da Saúde informa que o Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com o maior número sendo em São Paulo, que contabiliza 62 casos desde janeiro. No ano de 2025 foram registrados 1.079 casos e 2 óbitos.
Conforme o ministério, outros aparecem nos estados do Rio de Janeiro (15), Rondônia (04), Minas Gerais (03), Rio Grande do Sul (02), Paraná (01), Distrito Federal (01), são em maioria quadros leves a moderados, e sem óbitos.
A doença é causada pelo vírus Monkeypox, e tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas.
As pessoas infectadas podem apresentar febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais ou anal.
O ministério destacou que o vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.
O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. A doença pode se manifestar de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.
O tratamento da Mpox consiste na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresentam sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para a doença.
A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário o contato, a recomendação é de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.
Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas, mas em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e até morte.
Com informações da Agência Brasil