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Geral

Professora esclarece polêmica sobre transporte escolar em entrevista ao Jornal da Cantagalo

Por: - 27/06/2013

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A Professora Fabiana Luz, que emitiu uma nota de repudio a atual administração de Executivo Jaicoense, concedeu entrevista ao Jornal da Cantagalo, e ao Portal Cantagalo. Na ocasião a Professora justificou o porquê de mais uma vez está ocupando a imprensa jaicoense. “Estou aqui para justificar que não reivindiquei transporte para mim, Professora, e sim para amenizar gastos que ocorreriam, pois fui lotada no Colégio Anísio de Abreu e também no anexo que é localizado na Várzea Queimada. Ate então eu não conhecia a localidade, e vi que necessitaria de transportes. O supervisor veio e me disse que tinha transportes, eu até disse se não tivesse eu iria no meu, mas ele garantiu. Garantia essa que foi cumprida nos primeiros meses, mas depois, não sei porque, o transporte não foi mais”, justificou.

A professora também disse que tinha procurado a Secretaria de Educação, e, segundo ela, a Secretária lhe orientou a Procurar a Prefeita. “Diante da situação fui orientada a procurar a Prefeitura, e assim o fiz. Chegando lá, não encontrei a Prefeita, mas conversei com um representante da mesma, que me disse que nada poderia fazer. Eu estranhei, já que existe um contrato da Prefeitura em Parceria com o Estado, repito o transporte não é para os Professores, mas sim para os alunos. Ou seja, trazer esses alunos da Várzea Queimada para Jaicós, não sei se por questões políticas, ou por falta de bom senso, isso não vem acontecendo”, ressaltou.

Sobre a nota emitida pela Prefeitura de Jaicós Fabiana Luz disse que se baseia no FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), e no PNATE. “O que eu digo é baseado nessas leis, são repasses que em 2009, se passou também não só para o ensino fundamental e médio, a partir do momento que o aluno faz parte do Censo Escolar, que pertença a Zona Rural, ele recebe um valor por ele estar na zona rural, para ele chegar até a cidade para poder estudar. Esse valor repassado vai depender da localidade, e também da zona de pobreza daquela comunidade, que varia de 120,00 reais a 172,00 per capita ano. Ou seja, por aluno, que eu fui calcular, e se esse repasse vem dessa forma (e olhe que fui para o valor mínimo), como na comunidade tem 44 alunos, eu tenho 5.288 R$, então se não está sendo repassado esse valor, então está acontecendo um problema”, frisou.

No término da entrevista a Professora falou que em nenhum momento quis bater de frente com quem quer que seja, está apenas esclarecendo a situação. “Não quero em nenhum momento bater de frente com ninguém, estou aqui apenas esclarecendo a situação”, finalizou.

FONTE: Portal CantaGalo

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