Por: Roberto - 13/03/2014
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"O esquema funcionava da seguinte forma: os interessados faziam o pedido ao professor que enviava a demanda para São Paulo e depois recebia na cidade de Afrânio, em Pernambuco. Os documentos falsos eram remetidos através dos Correios. Os interessados, escreviam o nome completo em um papel branco e também entregavam uma foto 3x4", explica Felipe Oliveira.
O caso era investigado há um mês, pelo Serviço de Inteligência da 5º Companhia Independente da PM de Paulistana. Além do professor, os favorecidos com o esquema também deverão responder pelo crime de formação de quadrilha, uma vez que, teriam conhecimento da ilicitude do processo.
"Ainda estamos fazendo o levantamento de quantas pessoas foram beneficiadas com o esquema, mas acreditamos que pelo menos 50 pagaram pela CNH falsa. As blitz serão intensificadas e contaremos com o auxílio de um software da Polícia Rodoviária Federal da Bahia para identificar os documentos ilegais. O caso também será repassado à Polícia Civil", finaliza o capitão Felipe Oliveira.
Graciane Sousa
Cidadeverde