Por: Roberto - 11/08/2014
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Os advogados da 'Vitória Força do Povo' realizaram na tarde desta sexta-feira (11), busca e apreensão de questionário de material do Instituto de Pesquisa Jales, que faz pesquisas eleitorais. A busca e apreensão estão acontecendo na sede do instituto, naAvenida Dom Severino, na zona leste da capital. O advogado da coligação 'Vitória da Força do Povo', liderada pelo candidato ao governo do Piauí, Wellington Dias (PT), Daniel Oliveira e outros advogados da coligação estavam no prédio acompanhando as buscas.
O juiz Sando Elano Soares Santiago determinou que os advogados da Coligação Vitória com a Força do Povo, que é encabeçada pelo candidato a governador do PT Wellington Dias, para que verificasse e fiscalizasse a pesquisa realizada pelo instituto Jales de Pesquisa, incluindo os dados referentes à identificação dos entrevistadores, escolha livre aleatória de planilhas individuais, mapas o equivalentes conferir com os dados publicados preservando a identidade dos entrevistados, bem como, o relatório entregue ao solicitante da pesquisa e a todos os questionários aplicados, com suas respectivas respostas. Foi indeferido pelo juiz Sando Elano o envio de um representante do TRE para acompanhamento da visita por ser desnecessária e não obrigatória.
O proprietário do instituto Jales, afirmou que suas pesquisas obedecem critérios técnicos, não tem irregularidades e se os advogados do PT conseguiram a verificação e fiscalização da pesquisa, mas é uma forma de intimidar seu trabalho.
“A Polícia Federal não enviou a gente para cá, é balela desse pessoal. Estão aqui os advogados porque o TRE autorizou o acesso de fiscalização as pesquisas e eu estou obedecendo isso”, declarou estatístico Paulo Jales.
Segundo ele, os advogados da coligação de Wellington Dias solicitaram a fiscalização porque não concordam com os resultados divulgados pelo instituto. “Estão querendo aqui intimidar”, declarou Paulo Jales.
O advogado Daniel Oliveira, da coligação de Wellington, chamou um policial para efetuar a prisão de Paulo Jales alegando que ele teria desrespeitado a Ordem Judicial, mas o policial não efetuou a prisão. “Esse pessoal tenta fazer balela, eu não desrespeitei decisão judicial. Esse pessoal gosta de mídia”, declarou Paulo Jales.
Daniel Oliveira disse que o pedido de fiscalização da pesquisa foi porque o resultado foi divergente. “Nós estamos solicitando um conjunto de informações para fazer auditoria da pesquisa mas ele está se recusando a fornecer as informações, declarou Daniel.