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Política

PSB nacional cobra aliança do PT no Piauí com Wilson para apoiar Dilma

Reunião nesta segunda-feira em Brasília define os rumos da aliança política entre os partidos.

Por: Roberto Carvalho - 26/04/2010

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PT e PSB se reúnem na noite desta segunda-feira (26) em Brasília/DF para tratar de alianças nos âmbitos regional e nacional. O primeiro quer o apoio para a pré-candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com a saída do pré-candidato Ciro Gomes. Em troca, o segundo pleiteia apoio petista para candidatos a governador em cinco estados: São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do sul, Piauí, e Amapá. PT nacional pode forçar apoio do PT no Piauí a Wilson Martins  No Piauí, o governador Wilson Martins (PSB) é candidato ao segundo mandato, mas o PT condicionou seu apoio a indicação da vaga de vice, que seria do deputado federal Antônio José Medeiros. O governador chegou a declarar que a vaga é reservada ao PMDB, o que faria o Partido dos Trabalhadores lançar Medeiros como candidato ao Governo do Estado.  No entanto, a posição nacional pode interferir na questão local, como já aconteceu com o ex-governador Wellington Dias, que ficou no cargo para tentar unificar os partidos da base aliada, e só renunciou para disputar uma vaga ao Senado após conversa com o presidente Lula.  A reunião é de emergência. Segundo o site Último Segundo, o PSB marcou reunião da executiva nacional para esta terça-feira. Acordos já foram feitos por telefone. O presidente do partido, Eduardo Campos, governador de Pernambuco, chega a Brasília às 21h para o encontro com petistas, que tiveram de consultar PCdoB e PR em função de alianças regionais. Em São Paulo, Espírito Santo, e Rio Grande do Sul, as negociações giram em torno do apoio desses partidos ao PT ou PSB.  Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte e um dos coordenadores da campanha de Dilma, foi escalado por Lula para as negociações com o PSB. O apoio dos socialistas está condicionado ao cumprimento do que foi prometido pelo petista. De acordo com o mesmo site, Eduardo Campos conseguiu reverter a posição da maioria dos diretórios, que queria candidatura própria, em prol do acordo.
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