Por: Roberto - 21/09/2015
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Os cinco suspeitos de cometerem a chacina ocorrida no município de Alegrete do Piauí, no mês de agosto deste ano foram soltos neste final de semana. A prisão temporária dos suspeitos havia sido decretada pela Justiça, por um período de um mês até que a polícia concluísse as investigações sobre o caso.
A informação foi confirmada pelo delegado geral Riedel Batista, que ainda informou que a soltura dos suspeitos ocorreu mediante decisão do Juiz João Manoel de Moura Ayres. “Todos os suspeitos estavam detidos na cidade de Fronteiras e uma decisão judicial decretou a soltura deles”, afirma o delegado.
A polícia havia pedido a prorrogação por mais um mês da prisão preventiva dos suspeitos. Porém, o Ministério Público considerou a prorrogação desnecessária, levando em consideração que as investigações poderiam continuar sem que os suspeitos atrapalhem os resultados.
Os cinco suspeitos devem a partir de agora responder pelo processo em liberdade, até que as investigações sejam finalizadas.
Relembre o caso
Seis pessoas da mesma família foram mortas a tiros quando estavam em casa, na localidade Boa Vista, zona rural do município de Alegrete do Piauí, localizado a 388 quilômetros de Teresina. A chacina ocorreu na noite do dia 18 de agosto.
As vítimas foram identificadas como Cícero Domingos de Carvalho, de 63 anos, Francisca Luísa de Carvalho, também com 63 anos. Os filhos do casal identificados como Silvia Francisca de Carvalho, 43, e Cildo Cícero Francisco de Carvalho, 30. A neta, Maria do Socorro de Carvalho, de 23 anos e um sobrinho do casal identificado como Bartolomeu Gomes de carvalho, de 31 anos também foram mortos na chacina.
A filha mais nova do casal identificada como Maria do Socorro de Carvalho, de 23 anos é suspeita de ter cometido um crime em outubro de 2012, na zona rural da cidade de Padre Marcos e que a motivação da chacina seria vingança.
“A Polícia Civil investiga a motivação do crime, mas a chacina pode ter sido vingança, já que uma filha do casal assassinato é suspeita de cometer um crime em Padre Marcos. Mas, isso é apenas uma informação preliminar, as investigações levarão ao real motivo”, afirma tenente Gilson Medeiros, comandante da 4ª Companhia de Polícia Militar de Fronteiras.
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