Por: Roberto Carvalho - 21/05/2010
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De abril para maio, as maiores contribuições para elevação do resultado vieram dos produtos farmacêuticos (de 0,70 % para 2,14%), em virtude do reajuste médio de 4,64% concedido a partir de 31 de março, e da energia elétrica (de -0,46% para 1,29%).O IPCA-15 registrou um crescimento de 0,15% de maio para abril de 2010. Isso quer dizer que no mês anterior, os salários do trabalhador dava para comprar mais produtos. Considerando os últimos doze meses, o índice ficou em 5,26%, também acima dos doze meses anteriores (5,22%). Em maio de 2009 a taxa havia sido de 0,59 %.Contribuíram também para o resultado do mês os itens: empregado doméstico (de 1,60% para 1,12%) e automóvel novo (de -0,46 para 1,57%), aluguel (de 0,57% para 0,74%) e condomínio (de -0,60% para 1,18%). A alimentação, que era grande vilã do índice registrou retração, de 1,71% para 1,00%. “O aumento nos preços é real, porém baixo. Entretanto, não é nada que vai assustar a população. Vivemos um semestre atípico. Logo as indústrias vão se acertar e voltar a produzir o necessário para o consumo da população. Não se assustem”, garante Antônio Carlos.