Por: Roberto - 24/11/2015
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Condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato do radialista e promotor de eventos, Francisco Antônio da Silva, que era mais conhecido como Tantonho Silva, o mecânico, Jader Moura Coqueiro, o “Jordão”, que foi posto recentemente em liberdade, voltou a ser preso.
Solto pelo Poder Judiciário apenas oito anos após o crime que repercurtiu em todo o Piauí, “Jordão” agora foi preso suspeito de planejar um assalto a um empresário do município de Santo Antônio de Lisboa, de nome “Seu Luizinho”.
No momento da prisão, ocorrida na manhã deste último domingo (22), “Jordão”, que estava acompanhado de dois homens, filmava a casa que supostamente seria o alvo da quadrilha.
“Ao indagar sobre o motivo que eles estavam filmando a casa do ‘Seu Luizinho’ disseram que estavam testando o celular. O policial foi dá uma olhada e tinha mais de três minutos de filmagem de vários ângulos da casa e um dos elementos, durante a filmagem, disse: ‘a casa é essa’”, relatou o Comandante do 4º BPM (Batalhão da Polícia Militar), Tenente-coronel, Wagner Torres.
Depois de um levantamento a polícia constatou que “Jordão” era o assassino de “Tantonho Silva”. “O outro elemento, de nome ‘Bebeto’, que nós já prendemos no dia 16 de maio desse ano em Picos, ele é foragido da Penitenciária Major César. O terceiro elemento, Ítalo, tem um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça do Pernambuco”, informou o Comandante.
Os três suspeitos foram encaminhados a Delegacia Regional de Picos.
CASO TANTONHO SILVA:
O crime que vitimou Tantonho Silva aconteceu no bairro Ipueiras quando ele retornava do município de Sussuapara, onde havia promovido um show da banda “Bonde do Forró”, no clube Recreio do Forró. De acordo com os Autos do Processo, na ação criminosa um dos dois assaltantes envolvidos, irritado por não ter logrado êxito, já que o dinheiro não estava com o radialista, disparou a queima roupa contra o abdome de Tantonho que morreu minutos depois em uma mesa de cirurgia do Hospital Regional Justino Luz. Duas semanas após o homicídio as polícias civil e militar predemderam o mototaxista, José Cleudimar Pereira Leal, que é mais conhecido como ‘Amaral’, e o mecânico, Jander Moura Coqueiro. Em 2008 os dois foram julgados e condenados. ‘Amaral’ foi indiciado como co-autor e foi condenado a 06 anos de prisão. Já o autor do disparo, Jader, foi condenado a 20 anos de reclusão.
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