Por: Roberto - 30/03/2016
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O Ministro da Saúde, Marcelo Castro, presidente regional do PMDB, criticou a posição do Diretório Nacional do partido, que aprovou por aclamação o desembarque do governo da presidente Dilma Rousseff.
O ex-ministro dos Transportes João Henrique Sousa, que participou na tarde de terça-feira do encontro do Diretório Nacional do PMDB, falou que Marcelo Castro não compareceu à reunião em Brasília e todos os sete ministros do partido terão que deixar seus cargos no dia 12 de abril.
“Os ministros podem ficar porque são deputados federais e não porque são do PMDB”, afirmou Marcelo Castro.
Os peemedebistas com assento na Esplanada dos Ministérios resistem, no entanto, a romper com o governo. É o caso do ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB ), que defendeu ontem a permanência do partido na base aliada.
“O PMDB tem sido, ao longo da história, o partido da estabilidade, governabilidade e previsibilidade. Não é perfil, não está no DNA do PMDB, no momento que o país precisa, o partido virar as costas para o país. O momento agora é que o país mais precisa do partido”, afirmou Marcelo Castro.
Ele declarou que se manterá no Ministério da Saúde e vai esperar os desdobramentos da decisão do PMDB de desembarcar do governo.
“O PMDB sempre foi um partido dividido, sempre foi um partido que também soube trabalhar com a divisão”, salientou Marcelo Castro.
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