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Justiça

Polícica de Patos do Piauí prende quadrilha foragida da Polícia Federal

Acusados foram apresentados em coletiva. Segundo a Polícia, quadrilha iria roubar banco na cidade de Floriano.

Por: Roberto Carvalho - 10/09/2010

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A Polícia Militar do Piauí realizou operação durante a madrugada desta sexta-feira (10) que culminou com as prisões de Almir Barbosa de Sá, 41 anos, Gildenir da Silva Moura, 27 anos, e um terceiro acusado identificado como Cinomar, 26 anos. Eles são acusados de formação de quadrilha, porte ilegal de arma e assaltos realizados no Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. Fotos: Lívio Galeno/Cidadeverde.com "O Almir é um procurado da polícia e possui condenações que somam 31 anos de cadeia, por assalto a bancos e carros fortes, tráfico de drogas, homicídios e porte ilegal de armas. Ele é um dos procurados pela Polícia Federal mais perigosos do Brasil", afirma o coronel Francisco Prado, comandande geral da Polícia Militar do Piauí, que concedeu entrevista coletiva nesta tarde.  

      "Tinhamos a informação de que uma quadrilha fortemente armada estaria chegando na região de Paulistana na madrugada de hoje. Por isso montamos uma barreira em frente à delegacia da cidade de Patos, no Piauí, a espera de qualquer movimento suspeito. Os presos estavam em uma Strada preta. Ao verem a barreira, tentaram furá-la, mas a polícia conseguiu prendê-los", disse o subtenente Nery, da delegacia de Patos. As prisões ocorreram por volta de 2h da manhã. Em poder dos acusados, dentro dos faróis do carro, estavam cinco fuzis dos modelos 556 e 762, uma pistola nove milímetros, de uso exclusivo das forças armadas brasileiras, e muita munição. "A quadrilha agia de cara limpa. Por isso, estava sempre fortemente armada. Segundo o que estamos investigando, eles chegavam, apontavam a arma para a cabeça dos outros, e tomavam o dinheiro numa boa", contou coronel Prado.            

Almir e Gildenir serão levados do Comando Geral da Polícia Militar para a Central de Flagrantes, onde serão autuados. Cinomar encontra-se na companhia do capitão Felipe para auxiliar a prisão de outros dois integrantes da quadrilha. "Tivemos a informação de que outros dois integrantes iriam chegar em Floriano por volta de 5h da manhã. Para eles seriam entregues as armas. Só que os outros dois não apareceram", acrescentou o subtenente Nery.  As investigações da polícia continuam para identificar o paradeiro dos outros acusados. O soldado Gilvan e o cabo Jota Neto, da delegacia de Patos, também participaram da ação.

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