Por: Roberto Carvalho - 11/04/2011
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Um homem que trabalhava numa grande loja de venda de móveis da cidade de Paulistana foi barbaramente assassinado hoje (09/04) à noite num bar que fica localizado na esquina com o terminal rodoviário na BR 407.
O trabalhador Gildete João, mas conhecido por Gil, estava com sua esposa, que está grávida, por volta das 19h40min da noite deste sábado quando um homem se aproximou efetuando aproximadamente 5 disparos de arma de fogo, a queima roupa, que o atingiu levando a morte instantânea.
Quando viu o delinqüente se aproximar, com uma arma e atirando, sua mulher saiu correndo desesperada. O criminoso saiu correndo a pé com destino a outra rua de pouco movimento, o que leva aos moradores da cidade, que chegaram após o crime, à acreditar que estivesse mais alguém a espera do marginal com uma motocicleta para dar fuga. Ao correr o bandido atirou em direção a uma área bastante movimentada para intimidar a população que estava a poucos metros para fugir mais facilmente.
Os populares estavam comentando ao redor do local, que estava isolado a espera da perícia criminal, que poderia ter sido supostamente uma vingança de um policial.

A 12ª Regional de Policia Civil de Paulistana está investigando vários policiais militares da 5ª CIPM (Companhia Independente da Policia Militar de Paulistana) no crime ocorrido ontem (10/04) por volta das 19h40min da noite em um bar na cidade de Paulistana. Onde foi barbaramente assassinado o trabalhador de uma loja de móveis Gildete João Fernandez, mais conhecido como “Gil”.
A Policia Civil está trabalhando na hipótese de que policiais militares estejam envolvidos no homicídio. E para ela o ato criminoso tem todas as características de um crime encomendado.
A Policia Civil também acha que o marginal teria vindo na intenção de uma execução, pois foram quatro tiros no rosto e outro no pescoço.
Já está vindo um veiculo do IML de Teresina buscar o corpo para que seja feito uma autopsia. E por este motivo o corpo não liberado ainda pelo delegado Antônio Madison que afirmou ter ficado acordado até as 03 horas da manhã investigando o caso.
Informações do delegado é que é necessária uma autopsia para que seja retirado os projeteis dentro da cabeça da vitima para uma possível descoberta de qual arma seria, e assim descobrir o verdadeiro autor da tragédia.
Delegado da Policia Civil de Paulistana, Antonio Madson saindo do local do crime e por trás dele policiais fazendo a retida do corpo da vítima
Por: Evangelista de Lima