Por: Roberto - 08/11/2022
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O superintendente de atenção primária à saúde e municípios da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), Herlon Guimarães, fez um alerta sobre a circulação da nova subvariante Ômicron BQ.1 do vírus da Covid-19 no país. Ele fez um paralelo com os 47 casos registrados no Rio de Janeiro, os riscos aos não vacinados e diz que o vírus está muito mais grave. Até o momento, o Rio Grande do Sul e o Amazonas também registram casos.
Mas se entrar em alerta contato com uma pessoa que não tem nenhum tipo de imunidade, ela vai ser muito mais forte de quando existir o primeiro vírus", Guimarães.
O superintendente de atenção primária à saúde e municípios reforça o chamamento para que a população complete o esquema vacinal e os riscos da doença em pacientes com e sem o imunizante.
Foto: arquivo Cidadeverde.com

"Enquanto tivermos pessoas desprotegidas, vamos estar com uma 'janela' e com uma 'porta' aberta para novas variações do vírus. ou quatro doses. Estudos mostram que esses 47, como que estavam em condições de imunidade na forma completa, não tiveram uma doença grave. hospitalização e, infelizmente, por óbito", diz o superintendente.
Para barrar a circulação nova subvariante, como a casa deve ser mantida como uso de máscara, das mãos, distanciamento social e lavagem.
"Variantes sem previsão de vacina. Mas não duvide de vacina. Estamos ainda em um momento de pandemia. Quem desassistido de vacina" está sofrendo muito mais porque o vírus está muito mais grave", enfatiza Herlon Guimarães.
O superintendente de atenção primária à saúde e municípios também fez um chamamento para atualização da cadeia vacinal de forma geral, de acordo com a faixa etária.
"Pelo sétimo ano, não atingimos a cobertura vacinal de 90%. São para a prevenção de doenças como poliomielite, sarampo, tétano, coqueluche, meningite. As doses estão disponíveis o ano inteiro", finaliza o superintendente.
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