Por: Roberto - 28/01/2025
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A influencer Marta Evelin Lima da Silva, conhecida como Yrla Lima, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar. A influenciadora foi presa no dia 18 de dezembro após voltar a divulgar jogos de azar nas redes sociais.
Ela e outros influencer foram alvos da Operação Jogo Sujo II, deflagrada em outubro do ano passado, em combate a divulgação de jogos de azar na internet.
De acordo com a decisão do juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos de Teresina, publicada no dia 27 de janeiro, foi autorizada a conversão a medida já foi alcançada.
“Analisando detidamente estes autos, verifico que esta medida já alcançou almejada, em atenção à apreciação e à autorização da diligência requerida e cláusula de reserva de jurisdição. Isso porque, a prisão preventiva decretada por decisão fundamentada foi autorizada e cumprida. Inclusive, neste momento processual, a prisão preventiva já nem está mais vigor foi substituída pela modalidade domiciliar”, afirma o juiz.
Influenciadora presa pela segunda vez
Presa pela segunda vez por divulgar jogo ilegal de azar na internet, a influenciadora Marta Evelin Lima de Sousa, conhecida como Yrla Lima, afirmou a Polícia que voltou ao jogo do tigrinho por ser seu meio de sobrevivência.
O delegado Humberto Mácola, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, reagiu afirmando que a influenciadora procurasse outro meio de vida e que ela teve prisão preventiva, sem data de soltura. Ele informou ainda que o inquérito da operação Jogo Sujo II será concluído em janeiro e que outras pessoas podem ser presas. Durante a operação oito influenciadores foram presos por suspeita de lavagem de dinheiro, estelionato, crime contra o consumidor e a contravenção de jogos de azar.
“Pode chegar a 10 as pessoas indiciadas, já que a investigação aponta outras pessoas que podem ser presas”, disse o delegado.
“Foram notórios os vídeos que ela postou dizendo que ia continuar mesmo fazendo, e nós não tivemos outra opção a não ser representar pela prisão preventiva, que foi acatada pelo Ministério Público e pelo Judiciário. Ela alegou que o jogo de azar era único meio de sobrevivência, era seu modo de vida e não sabia fazer outra coisa”, disse o delegado.
O delegado reagiu afirmando que o crime não pode ser meio de vida e que ela procurasse outra alternativa.
CidadeVerde.com