Por: Roberto - 24/09/2025
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Os pais de Thomas Cooper, de apenas cinco anos, entraram com uma ação judicial nesta segunda-feira (22/09) pedindo indenização de US$ 100 milhões, cerca de R$ 528 milhões. O processo responsabiliza o fabricante do equipamento e os operadores da clínica localizada em Troy, subúrbio de Detroit, onde o menino participava de um tratamento para TDAH. Segundo a petição, a câmara hiperbárica apresentou falha grave e incendiou-se, prendendo Thomas no interior do equipamento e causando sua morte instantânea. A mãe também sofreu ferimentos ao tentar resgatá-lo. Com informações do Contigo.
O escritório de advocacia Fieger Law alega que a tragédia resultou de negligência e motivações econômicas por parte dos responsáveis, citando “ganância corporativa” e práticas inseguras de manutenção e operação. De acordo com os advogados, os pais não foram devidamente informados sobre os riscos do procedimento, nem sobre medidas de segurança que poderiam ter evitado o acidente fatal. A petição descreve o incidente de forma contundente, chamando-o de “incinerador humano”.
Além do pedido de indenização financeira, os pais e a defesa buscam responsabilização civil e ações que impeçam novas falhas em equipamentos médicos de alto risco. O caso também reacende discussões sobre a fiscalização de câmaras hiperbáricas e protocolos de segurança em clínicas que oferecem terapias menos convencionais para crianças. A clínica e o fabricante ainda não se posicionaram publicamente, e a investigação judicial poderá incluir perícias técnicas detalhadas para apurar responsabilidades.