Por: Roberto - 25/03/2026
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Junto à denúncia contra os 12 acusados de integrar um esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de postos de combustíveis no Piauí, o Ministério Público do Estado solicitou à Justiça o fim do sigilo da Operação Carbono Oculto 86. A medida busca dar mais transparência ao caso e permitir o acesso público às informações da investigação.
Na denúncia, também pleiteamos a condenação dos envolvidos ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 74.200.000. Importante pontuar que o Ministério Público peticionou por mais de uma vez nos autos requerendo o levantamento integral do sigilo destes, por entender que que é importante a prestação de contas junto à sociedade. E tão logo esse sigilo seja deferido, retornaremos para prestar maiores esclarecimentos, disse a promotora de Justiça, Nayana da Paz.

MPPI denuncia acusados da Carbono Oculto | FOTO: Saymon Lima
O MPPI denunciou 12 pessoas por integrar um esquema de fraudes envolvendo as redes HD e Diamante, com atuação no Piauí e em outros estados. Os investigados são acusados de crimes como adulteração de combustíveis, fraude no abastecimento, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. O MeioNews teve acesso aos nomes de 10 deles. São eles:
Haran Santhiago Girão Sampaio (apontado como dono da Rede HD) Danillo Coelho de Sousa (apontado como dono da Rede HD) Thamyres Leite Moura Sampaio (esposa do empresário Haran) Thayres Leite Moura Coelho (companheira de Danillo) Moisés Eduardo Soares Pereira Salatiel Soido de Araújo Denis Alexandre Jotesso Villani Andressa Castro Alves de Oliveira João Revoredo Mendes Cabral Filho Victor Linhares de Paiva (ex-vereador)Um grupo originário, que é um grupo operacional aqui no estado do Piauí, que já tinha vinculações compostos de combustíveis, explicou o promotor de Justiça, William Luz.

Donos dos postos foram denunciados no Piauí | FOTO: SSP-PI
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