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Policia

Vereador é preso no Maranhão por suspeita de mandar matar homem no Sul do Piauí

Por: Roberto - 10/08/2026

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O vereador de Balsas (MA) Hélio Sousa, conhecido como Hélio Tiví, foi preso preventivamente na manhã desta segunda-feira (10), durante uma operação da Polícia Civil do Piauí. O parlamentar é investigado como suspeito de ser o mandante do assassinato de Luís Carlos do Nascimento, morto a tiros dentro de casa, em Santa Filomena, no Sul do Piauí.

A prisão ocorreu no Maranhão. Além do vereador, um assessor dele também foi detido durante o cumprimento das diligências. De acordo com o diretor de Polícia do Interior, delegado Célio Benício, os dois foram indiciados por homicídio qualificado.

Vítima foi morta dentro de casa

Luís Carlos foi assassinado em 3 de outubro de 2025. Ele havia se mudado do Maranhão para Santa Filomena cerca de oito meses antes do crime.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi atingida por pelo menos oito disparos dentro da própria residência. A investigação aponta que o assassinato pode ter sido motivado por vingança.

A possível ligação entre a vítima e o vereador surgiu a partir de um episódio ocorrido anteriormente. Em 2024, Luís Carlos chegou a ser preso suspeito de envolvimento na morte de Antônio Sousa Neto, irmão de Hélio Tiví, em Riachão, no Maranhão. Ele, porém, respondia ao processo em liberdade.

Carro usado no crime entrou na investigação

Durante o trabalho investigativo, a Polícia Civil conseguiu identificar o veículo utilizado na execução. Conforme a polícia, o automóvel havia sido alugado e o contrato de locação estaria vinculado ao vereador investigado.

O caso passou a ser tratado pela polícia como uma possível execução planejada, tendo Hélio Sousa como suspeito de ordenar o crime.

Vereador já havia sido preso

Esta não é a primeira vez que Hélio Tiví é preso por suspeita de envolvimento no assassinato. Em fevereiro deste ano, ele se apresentou espontaneamente na Delegacia de Gilbués e foi preso durante as investigações.

As novas prisões foram realizadas por equipes das delegacias de Gilbués e Uruçuí, com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

A defesa do vereador ainda não havia se manifestado sobre as novas acusações. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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