Por: Roberto - 22/10/2026
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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou nesta quinta-feira (22/10) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma resposta ao desafio feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) em mais um desdobramento da disputa travada em torno da abertura dos sigilos bancários, fiscal e telefônicos dos dois candidatos.
Foram ao TSE representando a campanha do petista o coordenador de campanha e líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e do Empreendedorismo, Paulo Pereira, o presidente do PT, Edinho Silva, e a deputada federal Camila Jara (PT-MS).
O início da “guerra” pela quebra dos sigilos iniciou depois de Lula desafiar Flávio no debate da TV Bandeirantes para os dois abrirem o próprio sigilo e dos familiares. Na última terça-feira (20/10), o petista protocolou na Corte Eleitoral e no Supremo Tribunal Federal (STF) um documento no qual autoriza a abertura de seus próprios sigilos e de familiares, caso o presidenciável do PL fizesse o mesmo.
No dia seguinte, Flávio informou ao TSE que aceitaria a proposta, mas impôs uma série de condições.
Na manifestação enviada, o senador pediu a divulgação dos gastos com cartões corporativos da Presidência, informações sobre a agenda da primeira-dama Janja Lula da Silva, além da abertura do sigilo do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, entre outros pedidos.
A campanha do petista disse aceitar todas as condições e desafiou o adversário a apresentar os dados nesta quinta-feira (22/10).
A batalha dos sigilos teve origem no último domingo (18/10), durante o debate presidencial na TV Band, no qual Lula lançou o desafio ao adversário após ouvir diversas acusações sobre corrupção. O pedido prevê que os dados sejam disponibilizados à população por meio da plataforma DivulgaCandContas ou de outro portal eletrônico de acesso público.
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