Por: - 19/11/2012
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As estradas construídas pelo programa de recuperação de estradas com a interligação dos municípios, que custou mais de R$ 600 milhões em empréstimos ao BNDES, estão totalmente esburacadas. As reclamações são que as estradas que não completaram três anos de construídas estão intrafegáveis.
Boa parte das estradas feitas no governo Wellington Dias já está esburacada. A PI-225, por exemplo, que liga os municípios de São Félix a São Miguel da Baixa Grande e a Santa Cruz dos Milagres, está uma buraqueira, que prolonga o tempo da viagem e causa prejuízo aos motoristas. A estrada é conhecida com Rodovia dos Romeiros e está sendo uma verdadeira penitência rodar por ela. Esta estrada foi inaugurada no final de 2008 e tem um grande o fluxo de veículos, indo para o santuário de Santa Cruz.
Esse é apenas um dos exemplos, mas estradas feitas em 2009 como de União a Lagoa Alegre, e José de Freitas está ficando intrafegável. Assim como, a rodovia PI-320 que liga Jatobá do Piauí a BR-343, com agravante, tem um trecho desta estrada que foi abandonada e nunca foi asfaltado. Dentre outras que estão cheia de buracos e dificultando o tráfego. O trecho de 14 Km entre Água Branca e Hugo Napoleão feito por este mesmo programa, já está com tráfego ruim em pontos.
As ordens de serviços foram assinadas pelo então governador Wellington Dias em 2009 e foram aplicados cerca de R$ 600 milhões em estradas estaduais, dinheiro oriundo de empréstimos junto ao BNDES. Boa parte dos serviços foi denunciada na Justiça alegando que tinham caráter eleitoral, pois estavam sendo executados nas vésperas das eleições de 2010.
Algumas das obras do programa de estradas, iniciado no governo Wellington e continuado no governo Wilson Martins, são rodovias representativas para o desenvolvimento do Estado como a que liga o município de Pio IX à BR-020, que garante o escoamento da produção da fábrica de cimento Itapissuma; o trecho da PI-140, que vai de Floriano a Itaueira, construída na época do Governo Alberto Silva. Elas foram contempladas no programa de estradas.
Outra estrada representativa é a que liga Gilbués e Santa Filomena, um trecho de 130 quilômetros que garante o escoamento da produção dos Cerrados.
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