Por: - 18/07/2013
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O texto critica uma matéria veiculada em um portal da capital e reproduzida em sítios do interior do Estado onde um suposto homem teria se encontrado com um agenciador para encomendar a morte de Nodas Feitosa.
A família afirma que essa reportagem, em especial, “além de causar transtornos à investigação, tem o intuito, única e exclusivamente, de retirar o foco da sociedade picoense e piauiense dos responsáveis pela morte de ‘Nondas’”.
Ainda na nota o trabalho da polícia foi elogiado e considerado “excelente” pela solução de crimes praticados nos últimos meses na cidade de Picos, como a prisão dos acusados pela morte do açougueiro Pedro Sabino da Costa Silva, capturados no início da semana – um deles preso em São Paulo.
Os familiares encerram o comunicado pedindo, mais uma vez, que seja feita justiça pela morte do empresário e que os culpados sejam condenados nas esferas legais.
Veja nota na íntegra:
A família de Epaminondas vem informar que a última matéria divulgada no portal de notícias GP1, de responsabilidade de Feitosa Costa, replicada por outros portais jornalísticos, carece de fundamento, pois não condiz com a atual realidade do caso. Não houve, conforme a polícia, nenhuma informação repassada a quem quer que seja, sobretudo a informação referente à “um homem que usou um carro preto para se encontrar com o agenciador da morte de Epaminondas”.
A família acredita somente nas informações transmitidas formalmente pela polícia, a qual está realizando um excelente trabalho na solução dos diversos crimes ocorridos nos últimos meses na cidade de picos.
Com relação à última informação publicada, acredita a família de Epaminondas, que ela, além de causar transtornos à investigação, tem o intuito, única e exclusivamente, de retirar o foco da sociedade picoense e piauiense dos responsáveis pela morte de “Nondas”.
Por fim, a família almeja que seja feita a devida justiça e que aqueles comprovadamente culpados sejam punidos conforme a lei penal do nosso país.
Atenciosamente,
Valter Coutinho
Entenda o caso
Epaminondas Feitosa foi executado a tiros no dia 8 de junho quando, de acordo com relato de populares, chegava em casa, na rua Zuza Lino, nas proximidades do Colégio Frei Galvão. Ele foi abordado por dois homens e alvejado por disparos de um revólver calibre 38 e de uma pistola 9 milímetro. Os assassinos fugiram do local em uma motocicleta.
Suspeitos
No dia 04 de julho a Polícia Civil com apoio da Polícia Militar prendeu Rinaldo José do Nascimento, o Teté, de 21 anos, e José Manoel dos Santos Matos, o Santinho, de 33 anos, na Rua Bela Vista, no Bairro São Vicente. Eles foram levados até a Delegacia Regional onde permanecem presos. A Polícia confirmou haver indícios suficientes para justificar a prisão dos acusados como executores do empresário Nondas Feitosa.
Morte encomendada
No dia posterior à prisão dos executores, 5 de julho, a empresária Antônia de Sousa Andrade, viúva de Epaminondas Coutinho Feitosa, teve a prisão temporária decretada após ser apontada no depoimento de “Teté” e “Santinho” como a mandante da morte do próprio marido.
Antônia de Sousa foi presa em casa por volta das 19h e conduzida até a Delegacia Regional da Polícia Civil, onde prestou depoimento acompanhada por seu advogado, Herval Ribeiro, e em seguida foi encaminhada para o presídio feminino. No depoimento ela negou qualquer envolvimento na morte Nondas Feitosa.
Fonte: Riachaonet