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Geral

APPM apresenta andamento da criação dos Planos de Saneamento e Resíduos Sólidos

Por: Roberto - 17/06/2014

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A Associação Piauiense de Municípios (APPM), através do Procurador Jurídico João Deusdete de Carvalho, reuniu na manhã de hoje (17) a imprensa do Piauí para explicar a situação atual da implantação dos programas de saneamento básico e resíduos sólidos nos municípios piauienses. 

O decreto nº 8.211, de 21 de março de 2014 da Presidência da República, altera o decreto nº 7.217, de 21 de maio de 2010, que regulamenta a Lei nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para saneamento básico.

Em seu parágrafo 6º, diz que após 31 de dezembro de 2014, será vedado o acesso aos recursos federais ou aos geridos ou administrados por órgão ou entidade da União, quando destinados a serviços de saneamento básico, àqueles titulares de serviços públicos de saneamento básico que não instituírem, por meio de legislação específica, o controle social realizado por órgão colegiado.

A Lei nº 2.305 de 02 de agosto de 2010 institui a política nacional de resíduos sólidos, determinando metas para a eliminação e recuperação de lixões, associadas à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis com prazo até 02 de agosto de 2014 para a implantação em todos os municípios brasileiros.

Preocupado com o cumprimento dos prazos estabelecidos pela esfera federal, o presidente da APPM, Arnaldo Leal, através da procuradoria jurídica da Entidade, está orientando e auxiliando aos prefeitos a elaborarem os planos. “ O plano de resíduos sólidos é desafio para todos os municípios brasileiros não só para os piauienses”, disse João Deusdete. “O manejo dos resíduos sólidos e a implantação da coleta seletiva gerará bons resultados para os municípios e a qualidade de vida de sua população, mas este ainda é um desafio para os gestores municipais em todo o Brasil, o gargalho maior é a questão financeira” completou o procurador.

Durante a coletiva, apresentou detalhes do esforço que a APPM está fazendo para ajudar e orientar os municípios a cumprirem as metas da política que prevê, entre outras coisas, o fim dos lixões.

“O município precisa ter os Planos para ter acesso aos recursos federais ao gerenciamento de resíduos sólidos. Para facilitar, os prefeitos estão buscando mecanismos e soluções como a possibilidade de planos intermunicipais, o que permite aos gestores organizarem iniciativas regionais, aproveitando melhor os recursos entre os municípios próximos, exemplos que ocorrem na região sul do Piauí, com a criação de dois consórcios e outro na região de Oeiras que contempla os municípios da macro região de Picos”, explicou João Deusdete.

Para o Estado do Piauí a situação é mais calamitosa. A carência financeira dos pequenos municípios proporciona quase que a inviabilidade da implantação dos planos e cumprimentos dos prazos.

Dos 223 municípios, fora a capital Teresina, os 27 municípios abaixo já concluíram os planos de saneamento básico e resíduos sólidos.

Acauã

Agricolândia

Altos

Anísio de Abreu

Avelino Lopes

Baixa Grande do Ribeiro

Barras

Boa hora

Bom Jesus

Brasileira

Buriti dos Lopes

Campo Maior

Castelo

Caxingó

Cocal de Telha

Currais

Francinópolis

Francisco Macedo

José de Freitas

Guadalupe

Oeiras

Pade marcos

Pedro II

Piracuruca

Santa Filomena

União

Valença

A seguir relação dos municípios que já iniciaram o processo de criação dos planos de saneamento básico e resíduos sólidos:

Alegrete

Água Branca

Angical

Alagoinha

Bom Princípio

Barro Duro

Belém do PI

Beneditinos

Bocaina

Caldeirão Grande

Conceição do Canindé

Caracol

Caridade

Curralinhos

Demerval Lobão

Floriano

Fronteiras

Francisco Santos

Gilbués

Joaquim Pires

Lagoa do Piauí

Marcolândia

Murici dos Portelas

Monsenhor Hipólito

Patos

Queimada Nova

Rio Grande do Piauí

São Julião

Vila Nova

 

 

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